​SÁBADO | 11/11

Baum, na língua alemã, árvore. Termo, todavia, errante e que em bom e sonoro mineirês pode significar uma saudação, um nome-próprio, uma mesura. Crescida no solo black do rock, do blues e do soul, desvia para o amarelo e o verde, de onde brotam o samba e o baião. Com pitadas do vermelho-minério das montanhas das Gerais e seus ritmos e fraseados próprios, seus mais retorcidos ganhos rangem na língua punk-retrô, do grunge. Nouveau-Punké, expresso em letras em português, inglês, francês, alemão e espanhol, que se entrelaçam como cipós. Dialetos e dialéticas musicais, que abordam o mundo e suas contradições: amores tragicômicos, o sentimento urbano e o rural, o laço e a solidão, a extensão da alma e as pressões do corpo. Formada por Carolina Amaral (vocal), Henrique Cabral (violão e teclado), Guilherme Massara (baixo), Bruno Massara (guitarra), Aluízio Neto (bateria).

Baum (MG)